domingo, 30 de setembro de 2007

UMAS
SAMU
MASU
USAM
Pablo Picasso pintava
uma musa


Fogaça troca de partido


Depoimento na CPI


sábado, 29 de setembro de 2007


sexta-feira, 28 de setembro de 2007


quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Preço do gás de cozinha


As ruas são rugas da cidade


HAI KAI

Sou um eunuco
dizia o relógio
sem cuco

Cinema

pipocas caídas no chão
estrelas perdidas
de uma distraída constelação

A rainha do futebol


quarta-feira, 26 de setembro de 2007

terça-feira, 25 de setembro de 2007


Junho de 70
A chuva apagou a fogueira
na festa de São João
levou todas as bandeirolas
e o meu bigodinho de carvão


Pirata em 68
No final da manhã / ancorado em um hidrante
um barquinho de papel /amarrado em um barbante




A vaca segue a sua sina
pastando verdes nuvens
no alto da colina


Tarde vazia
vira lata deitado no sol /nuvem e sorvete/ as formigas passam /
levando folhas /os segundos e os dias


1969
lua desenhada com lápis de cor
caderno de pauta
terceiro ano primário
solidão de astronauta

URBANO 3456
Pardais
entre fios de alta tensão
malabaristas passarinhos

Depois da chuva





segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Guardou a borboleta morta dentro da caixa de lápis de cor


Assim sem mais nem menos morreu a velha equação


No fim do corredor no coração do caracol


Feriadão




Primavera


domingo, 23 de setembro de 2007

Fragmentos

Palavras perdidas feito balas no cinema

Caminho. Velhos sapatos. Ninhos dos pés.

Robison Crusoé.
As garrafas são envelopes de vidro

Pampa




Caos Aéreo


sábado, 22 de setembro de 2007

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Americanos torturam prisioneiros no Iraque


Aquecimento global


Gente Humilde


(Garoto, Vinícius de Moraes, Chico Buarque e Nicanor)

Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Feito um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a como
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bemVindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar

Em primeira mão...


Charge vai ser publicada só na edição de sábado

Pesquisa divulgada hoje


Tá frio...




quinta-feira, 20 de setembro de 2007

terça-feira, 18 de setembro de 2007